Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Accept
Informe São Paulo
Facebook Like
Twitter Follow
Instagram Follow
Informe São PauloInforme São Paulo
Pesquisar
  • Principal
Follow US
© Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Nacional

Comissão aprova proposta que reconhece indivíduos com elefantíase como pessoas com deficiência

9 de junho de 2025
Compartilhar

09/06/2025 – 11:49  

Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

Márcio Honaiser: limitação provocada pela doença deverá ser comprovada por laudo

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou proposta que reconhece como pessoas com deficiência os indivíduos diagnosticados com disfunções linfáticas primárias ou secundárias (elefantíase), desde que cumpram critérios estabelecidos na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e no Estatuto da Pessoa com Deficiência.

O objetivo é estender aos portadores de elefantíase os direitos assegurados às pessoas com deficiência. Para fazer jus ao benefício, o indivíduo deverá comprovar, por meio de laudo, que as disfunções linfáticas representam impedimentos de longo prazo e interferem na sua vida em sociedade.

O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Márcio Honaiser (PDT-MA), ao Projeto de Lei 1497/22, do deputado José Nelto (União-GO).

O relator observa que a recente Súmula 1/25, aprovada pela Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa, estabeleceu parâmetros orientadores para a análise  de propostas que visam a equiparar determinadas condições à deficiência.

“A súmula reforça que tal equiparação deve observar os limites constitucionais, em especial a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, internalizada pelo Brasil com status de norma constitucional, e o Estatuto da Pessoa com Deficiência”, disse. 

“Assim, para que a equiparação proposta seja juridicamente e constitucionalmente adequadas, é necessário que se preveja que as disfunções linfáticas implicam impedimentos de longo prazo, conforme os critérios definidos na legislação e na convenção”, explicou Márcio Honaiser. 

“Recomenda-se, nesse sentido, a explicitação de tais critérios no texto legal, exigindo laudo que ateste o impedimento de longo prazo que interfira na participação plena e efetiva da pessoa na sociedade”, concluiu.

Próximos passosA proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, tem de ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. 

Reportagem – Lara HajeEdição – Marcelo Oliveira

Leia também

Ministra da Igualdade racial escreve sobre maternidade negra e democracia

Lula: ‘Se hoje acredito em um Brasil mais justo, é porque um dia uma mãe me ensinou’

Ministério investe mais R$ 14,4 milhões para ampliar assistência à saúde em São Paulo

Nota do Ministério: não há proposta para mudar enquadramento de MEI’s

Hospital da Rede HU Brasil em Dourados (MS) acolhe gestantes bem antes do parto

Assuntos Nacional
Compartilhar este artigo
Facebook Twitter Email Copy Link Print

Você pode gostar também

Ministra da Igualdade racial escreve sobre maternidade negra e democracia

10 de maio de 2026

Lula: ‘Se hoje acredito em um Brasil mais justo, é porque um dia uma mãe me ensinou’

10 de maio de 2026

Ministério investe mais R$ 14,4 milhões para ampliar assistência à saúde em São Paulo

9 de maio de 2026

Nota do Ministério: não há proposta para mudar enquadramento de MEI’s

9 de maio de 2026

Hospital da Rede HU Brasil em Dourados (MS) acolhe gestantes bem antes do parto

9 de maio de 2026

Lula anuncia R$ 130 bilhões em distribuição de energia e reforça ampliação do Luz para Todos

8 de maio de 2026
  • Fale Conosco
  • Blog
  • Termo de Uso
  • Política de Privacidade
  • Sobre o Site

Siga-nos